domingo 12 de julho de 2020
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terça-feira 30 de junho de 2020 às 06:55h

MP realiza operação do caso Marielle Franco no Rio de Janeiro, informa CNN Brasil

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Segundo o canal CNN Brasil, equipes da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do Rio de Janeiro (Gaeco), do Ministério Público do Rio (MPRJ), cumprem, na manhã desta terça-feira (30), 20 mandados de busca e apreensão e 5 de prisão relacionados à investigação sobre o assassinato da veredora Marielle Franco e do motorista dela Anderson Gomes.

Até o momento, uma pessoa foi presa. Os policiais estão nos bairros do Leblon e Barra da Tijuca e na favela Jorge Tuco, na Zona Norte da capital fluminense.

Um dos mandados está sendo cumprido em um endereço ligado ao chamado “Escritório do Crime”, uma milícia formada por assassinos de aluguel que atua na Zona Oeste da cidade. A vereadora e o motorista foram executados em março de 2018.

No dia 10 de junho, a polícia do RJ prendeu mais um suspeito de participação no crime durante a Operação Submersus 2, que cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em diversos endereços da capital fluminense.

O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, mais conhecido como Suel, foi preso num condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, onde a polícia também apreendeu uma BMW X6 avaliada em mais de R$ 170 mil. Seu salário na corporação é de cerca de R$ 6 mil por mês.

Ele é suspeito de ter ajudado a esconder armas dos acusados, entre elas, a que foi usada na emboscada contra a vereadora e o motorista dela. O militar já era investigado por agentes da Divisão de Homicídios da Capital e do Gaeco.

O nome de Maxwell apareceu nas investigações após a prisão de Ronnie Lessa e do ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, em março do ano passado.

Ronnie Lessa foi preso em março de 2019 suspeito de ser o homem que atirou na vereadora e no motorista Anderson Gomes, segundo denúncia do Ministério Público. Já o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, preso na mesma época, é suspeito de ter dirigido o Cobalt prata usado na emboscada contra Marielle.

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