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sábado 15 de fevereiro de 2020 às 08:21h

Servidores públicos preferem mais dias de férias a um salário maior, diz pesquisa

CURIOSIDADES, NOTÍCIAS


A pesquisa foi feita pela rede de hotéis Fous Seasons

As pessoas em geral, tanto da iniciativa privada ou servidores públicos, preferem mais dias de férias a um salário maior. É o que revela uma pesquisa realizada pelo rede Four Seasons ao lançar a campanha Take Your Time feita com pessoas dos Estados Unidos, Reino Unido, China e países do Golfo Pérsico (Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos).

O levantamento revelou de acordo com a coluna Radar, que mais da metade dos millennials (54%), integrantes da geração X (53%) e baby boomers (56%) escolheriam mais dias livres e não um salário maior. Apenas integrantes da geração Z – muitos que já têm o luxo de mais tempo livre, mas ainda em busca da independência financeira – valorizam o aumento de ganhos (62%) mais do que dias de folga (38%).

A pesquisa apontou ainda que os viajantes mais jovens são os que mais se arriscam, comparados aos baby boomers; no entanto, quase todos (95%) concordam que nas férias se sentem mais inclinados a sair de sua zona de conforto, e mais de um terço de todos eles fizeram algo durante a viagem que não imaginavam que poderiam fazer, como experimentar um novo esporte ou aprender algo que os desafiasse mental ou fisicamente. Isso é verdadeiro principalmente entre os entrevistados da China: dois terços (66%) dos adultos chineses disseram que a melhor definição para o seu estilo de viajar é “saindo da zona de conforto”, enquanto nos outros mercados o percentual foi de 45%.

Mais de metade (51%) de todos os entrevistados disseram, segundo a revista Veja, se sentirem mais motivados, mais otimistas (46%) e mais pacientes no trabalho (42%) após o retorno.

Cerca de 3 em 5 participantes da pesquisa declararam aderir a novos interesses como resultado das viagens, como novas músicas (43%), aprender novas línguas (36%) e apreciar novas formas de arte (36%). A novidade mais adotada entre todos os entrevistados é cozinhar ou comer comidas diferentes (56%).

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