terça-feira 3 de agosto de 2021
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terça-feira 27 de abril de 2021 às 15:03h

Renan Calheiros: CPI da Covid será cruzada contra agenda da morte e ruína econômica

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Após todas as tentativas fracassadas do governo Jair Bolsonaro para tumultuar a instalação da CPI da Covid, a comissão foi instalada no início da tarde desta terça-feira (27). O último lance do governo e seus aliados foi uma decisão liminar do juiz Charles Renaud Frazão de Moraes, na noite de ontem, a pedido da deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que tentava impedir o senador Renan Calheiros (MDB-AL) de ser o relator. Mas a liminar foi derrubada na manhã de hoje pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. O acordo político foi respeitado e a maioria dos membros do colegiado (8 votos a 3) elegeu o senador Omar Aziz (PSD-AM) na presidência e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) como vice do colegiado. Em seguida, Aziz nomeou Renan como relator da CPI da Covid, sob protestos dos governistas, minoritários, que já mostraram que a estratégia será conturbar.

Em seu discurso, o relator afirmou que o trabalho será técnico, mas usou termos fortes para definir o que considera as responsabilidades da CPI. “Já seria muito importante, nessa fase, dar um basta à mentira que sufocou a sociedade brasileira durante os últimos tempos”, disse Renan. “Entre a ciência e a crença, fico com a ciência. E entre a vida e a morte, a vida eternamente. Entre o conhecimento e o obscurantismo, escolho o primeiro. E entre a luz e as trevas, a luminosidade. Entre a civilização e a barbárie, fico com a civilidade. E entre a verdade e a mentira, lógico que a verdade sempre”, continuou Renan, ao descrever seu papel na CPI da Covid.

Outras propostas de Renan: solicitar informações sobre processos administrativos relacionados à aquisição de vacinas pelo Ministério da Saúde; regulamentações feitas pelo governo que tratam das medidas de enfrentamento da emergência, como distanciamento social e outras; informações sobre medicamentos sem eficácia comprovada e tratamento precoce; documentos e atos normativos sobre estratégias de comunicação do Ministério da Saúde, orçamento, contratos e convênios que resultaram e transferências para estados me municípios; o “caos” do Amazonas em janeiro, com solicitação para que autoridades de Manaus enviem informações sobre pedidos de auxílio e respostas do Executivo federal.

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